Neste final de semana final de semana fui ver o filme Vidente com Nicolas Cage. O filme em si achei chato, mas o único ponto de destaque foi o fato do diretor explorar as possibidades combinatórias de explorar o futuro. A questão é até que ponto podemos ter mundos paralelos e atuar em cima deles.
A primeira teoria do universo paralelo, proposta em 1950 pelo físico Norte Americano Hugh Everett, ajuda a explicar os mistérios da mecânica quântica que durante décadas permanecerá uma incógnita. No universo de "inúmeros mundos" de Everett, cada vez que uma possibilidade física é explorada, o universo divide-se. Atribuindo-se um número de possíveis resultados, cada qual é descriminado - no seu próprio universo.
Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.
Se alguem acha que estou viajando muito...rs.... então vai uma reportagem da BBC sobre o assunto.
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domingo, 28 de outubro de 2007
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